{"id":21120,"date":"2026-06-02T13:56:37","date_gmt":"2026-06-02T16:56:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.altus.com.br\/post\/21120\/"},"modified":"2026-06-02T14:02:01","modified_gmt":"2026-06-02T17:02:01","slug":"por-que-o-seu-calculo-oee-pode-estar-errado-e-como-a-automacao-resolve-isso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.altus.com.br\/en\/post\/21120\/por-que-o-seu-calculo-oee-pode-estar-errado-e-como-a-automacao-resolve-isso","title":{"rendered":"Por que o seu c\u00e1lculo OEE pode estar errado e como a automa\u00e7\u00e3o resolve isso"},"content":{"rendered":"<p>O OEE (<em>Overall Equipment Effectiveness<\/em>) \u00e9 conhecido na ind\u00fastria como a m\u00e9trica padr\u00e3o para avaliar a efici\u00eancia de um ativo ou de uma linha de produ\u00e7\u00e3o. Esse indicador sintetiza tr\u00eas dimens\u00f5es cr\u00edticas da opera\u00e7\u00e3o: <strong>disponibilidade, performance e qualidade<\/strong>. Contudo, essa simplicidade conceitual da sua f\u00f3rmula matem\u00e1tica costuma esconder um problema operacional mais profundo: a maioria das empresas acredita que calcula o OEE do jeito certo, mas, na realidade, baseia suas decis\u00f5es em dados imprecisos, incompletos e, muitas vezes, inflados.<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro obst\u00e1culo para um OEE correto n\u00e3o est\u00e1 no c\u00e1lculo em si, mas na baixa confiabilidade dos dados coletados no ch\u00e3o de f\u00e1brica. Em plantas que operam sem uma estrutura automatizada, a coleta de informa\u00e7\u00f5es depende quase inteiramente da disciplina e da mem\u00f3ria dos operadores, que registram os eventos de parada em planilhas em rede compartilhada ou softwares MES b\u00e1sicos. Essa metodologia manual gera atrasos e uma distor\u00e7\u00e3o nos n\u00fameros apresentados.<\/p>\n\n\n\n<p>A gravidade desse cen\u00e1rio se torna mais evidente quando as ind\u00fastrias realizam a transi\u00e7\u00e3o do modelo manual para um sistema automatizado, conectado diretamente aos controladores das m\u00e1quinas. Historicamente falando, os valores de OEE declarados de forma manual costumam ser de 8 a 12 pontos percentuais superiores \u00e0 realidade do processo. No momento em que a coleta autom\u00e1tica \u00e9 ativada, o indicador chega a sofrer uma redu\u00e7\u00e3o imediata de 15 a 20 pontos percentuais.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa queda abrupta n\u00e3o reflete uma perda real de efici\u00eancia, mas sim a verdadeira realidade operacional. Diante desse desafio, a automa\u00e7\u00e3o industrial se torna uma necessidade em opera\u00e7\u00f5es que precisam de integridade e auditoria dos dados.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>4 erros cr\u00edticos do OEE manual<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A depend\u00eancia de processos manuais para mensurar a efici\u00eancia industrial compromete a integridade do OEE por meio de quatro erros comuns, recorrentes na rotina das f\u00e1bricas:<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Erro 1: as microparadas invis\u00edveis<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>As microparadas s\u00e3o interrup\u00e7\u00f5es de curt\u00edssima dura\u00e7\u00e3o, geralmente inferiores a cinco minutos, causadas por pequenos incidentes que o pr\u00f3prio operador pode resolver sem a necessidade de interven\u00e7\u00e3o da manuten\u00e7\u00e3o. Entre os exemplos est\u00e3o sensores desalinhados, esteiras bloqueadas ou pequenos travamentos de material.<\/p>\n\n\n\n<p>Em sistemas de registro manual, essas paradas costumam ser ignoradas. O operador n\u00e3o costuma ter tempo h\u00e1bil para registrar eventos que duram apenas alguns segundos, criando um vazio de informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, o impacto acumulado dessas interrup\u00e7\u00f5es \u00e9 significativo. Uma microparada de tr\u00eas minutos, ocorrendo a cada dezoito minutos ao longo de um turno de oito horas, consome 80 minutos de produ\u00e7\u00e3o ativa. Isso representa uma perda silenciosa de 16,7% do tempo dispon\u00edvel. Sem monitoramento eletr\u00f4nico direto nas sa\u00eddas de sinal das m\u00e1quinas, essas horas desaparecem dos relat\u00f3rios.<\/p>\n\n\n\n<p>E o efeito acumulado compromete o OEE de forma desestruturada, conforme demonstrado no mapeamento dessas perdas:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><thead><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>OEE<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Impacto das<\/strong> <strong>microparadas<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Indicador<br>final<\/strong><\/td><\/tr><\/thead><tbody><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Availability<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">O tempo de parada real \u00e9 omitido nas planilhas, pois o evento n\u00e3o atinge o limite de anota\u00e7\u00e3o manual (geralmente fixado em 5 ou 10 minutos).<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">O pilar de disponibilidade \u00e9 inflado, ocultando entre 3% e 8% de tempo ocioso real do equipamento.<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Unmatched Performance<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">Devido \u00e0 falta de registro do tempo parado, o sistema assume que o equipamento operou sem parar, mas produziu menos pe\u00e7as.<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">A perda \u00e9 dilu\u00edda como redu\u00e7\u00e3o de velocidade, gerando uma distor\u00e7\u00e3o de 9% a 15% na performance real.<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Quality<\/strong><\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">As constantes partidas e paradas da linha de produ\u00e7\u00e3o alteram o equil\u00edbrio t\u00e9rmico e mec\u00e2nico do processo.<\/td><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\">A retomada do equipamento ap\u00f3s cada parada gera pe\u00e7as fora de especifica\u00e7\u00e3o, acarretando perdas ocultas de 2% a 5%.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Erro 2: registros feitos \u201cde cabe\u00e7a\u201d<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Em sistemas manuais ou digitais sem conex\u00e3o direta com a m\u00e1quina, o operador costuma registrar os motivos e os tempos de parada de forma retrospectiva, muitas vezes apenas no fim do turno ou horas ap\u00f3s a ocorr\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso faz com que simplifica\u00e7\u00f5es e aproxima\u00e7\u00f5es aconte\u00e7am. Um evento que durou exatamente 13 minutos e 42 segundos acaba registrado como \u201c15 minutos\u201d, enquanto interrup\u00e7\u00f5es menores, de dois ou tr\u00eas minutos, muitas vezes s\u00e3o esquecidas ou agrupadas em justificativas gen\u00e9ricas.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa falta de precis\u00e3o compromete a confiabilidade dos dados, inviabiliza an\u00e1lises consistentes e enfraquece iniciativas para melhorias na opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Erro 3: as perdas ocultas<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>O c\u00e1lculo de performance do OEE compara o tempo de ciclo real de produ\u00e7\u00e3o com o tempo de ciclo ideal, ou seja, a velocidade te\u00f3rica m\u00e1xima para a qual a m\u00e1quina foi projetada. Um erro recorrente \u00e9 a falta de atualiza\u00e7\u00e3o desse ciclo ideal nos sistemas de controle.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0 medida que a m\u00e1quina envelhece ou sofre desgastes, \u00e9 comum que se reduza a velocidade operacional para evitar quebras ou falhas de qualidade. Quando essa redu\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 acompanhada da atualiza\u00e7\u00e3o do par\u00e2metro de ciclo ideal no sistema de c\u00e1lculo do OEE, o indicador passa a mostrar uma realidade distorcida.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse cen\u00e1rio, uma linha operando a 85% de sua capacidade te\u00f3rica, mesmo sem interrup\u00e7\u00f5es registradas, pode apresentar falsamente uma performance de 100%. O resultado \u00e9 a oculta\u00e7\u00e3o de uma perda cont\u00ednua de 15% da produtividade di\u00e1ria, que deixa de ser percebida.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Erro 4: a falta de padroniza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Sem a automa\u00e7\u00e3o dos estados de m\u00e1quina, a classifica\u00e7\u00e3o dos motivos de parada se torna um processo subjetivo. Diante de listas extensas e complexas de c\u00f3digos de engenharia, operadores de diferentes turnos costumam classificar o mesmo evento de jeitos diferentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Um travamento mec\u00e2nico causado pelo desgaste de um rolamento, por exemplo, pode ser registrado como \u201cQuebra Mec\u00e2nica\u201d por um turno, \u201cAjuste Operacional\u201d por outro ou simplesmente como \u201cOutros\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa inconsist\u00eancia compromete a confiabilidade da base de dados e inviabiliza an\u00e1lises precisas. Como consequ\u00eancia, os investimentos e a\u00e7\u00f5es de manuten\u00e7\u00e3o corretiva podem ser direcionados para as causas erradas, reduzindo a efici\u00eancia das decis\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como a automa\u00e7\u00e3o transforma o OEE em uma ferramenta estrat\u00e9gica<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A base de um OEE confi\u00e1vel est\u00e1 no CLP e nos sensores de campo. O controlador processa sinais f\u00edsicos de entrada e sa\u00edda em tempo real, eliminando a depend\u00eancia de anota\u00e7\u00f5es manuais para monitorar o estado das m\u00e1quinas.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse modelo, o monitoramento ocorre por meio de l\u00f3gicas internas que analisam continuamente as vari\u00e1veis f\u00edsicas do processo:<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>&#8211; <strong>Sinal de execu\u00e7\u00e3o (Running):<\/strong> definido pelo acionamento el\u00e9trico dos motores principais ou pela detec\u00e7\u00e3o da movimenta\u00e7\u00e3o dos eixos pelos sensores.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>&#8211; <strong>Sinal de bloqueio (Blocked):<\/strong> identificado por sensores fotoel\u00e9tricos ou indutivos ativos na sa\u00edda de descarga do equipamento, indicando que a linha \u00e0 jusante travou e for\u00e7ou a parada do ativo por satura\u00e7\u00e3o de fluxo.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>&#8211; Sinal de priva\u00e7\u00e3o (Starved):<\/strong> mapeado por sensores de n\u00edvel que detectam a aus\u00eancia de componentes ou mat\u00e9ria-prima na entrada do equipamento, impedindo a continuidade do ciclo produtivo.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>&#8211; <strong>Sinal de falha (Faulted):<\/strong> acionado por alarmes internos do CLP, rel\u00e9s de seguran\u00e7a de travamento de portas ou desarmes t\u00e9rmicos de inversores de frequ\u00eancia. \u00a0<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Esses sinais s\u00e3o convertidos em registros instant\u00e2neos e confi\u00e1veis. Por exemplo, sensores \u00f3pticos de contagem registram automaticamente cada unidade produzida, diferenciando pe\u00e7as aprovadas e rejeitadas a partir do acionamento de pist\u00f5es pneum\u00e1ticos de rejeito monitorados por sinais l\u00f3gicos. \u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A integra\u00e7\u00e3o entre CLP, SCADA, MES e OPC UA<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Para que os sinais coletados pelo CLP tenham ajudem nas decis\u00f5es corporativas, as camadas de tecnologia operacional (OT) e tecnologia da informa\u00e7\u00e3o (IT) precisam se comunicar de forma integrada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O sistema supervis\u00f3rio SCADA \u00e9 respons\u00e1vel pelo monitoramento e aquisi\u00e7\u00e3o de dados em tempo real na f\u00e1brica. Por\u00e9m, isoladamente, ele n\u00e3o consegue o contexto necess\u00e1rio para calcular o OEE, j\u00e1 que n\u00e3o identifica quais ordens de produ\u00e7\u00e3o est\u00e3o em execu\u00e7\u00e3o nem os ciclos ideais de cada SKU cadastrados no ERP.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa integra\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada pelo sistema MES, que atua como a camada de intelig\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o. O padr\u00e3o respons\u00e1vel por garantir essa interoperabilidade cont\u00ednua e segura \u00e9 o protocolo OPC UA.<\/p>\n\n\n\n<p>O OPC UA elimina a depend\u00eancia de drivers propriet\u00e1rios e padroniza a comunica\u00e7\u00e3o entre CLPs de diferentes fabricantes e os sistemas de gest\u00e3o. E sob a perspectiva da ciberseguran\u00e7a, esse protocolo integra criptografia ponta a ponta, assinaturas criptogr\u00e1ficas de mensagens e controle rigoroso de acesso por certificados digitais.<\/p>\n\n\n\n<p>Em termos de robustez operacional, o OPC UA tamb\u00e9m oferece recursos de armazenamento tempor\u00e1rio de dados. Em caso de falha na conectividade da rede industrial, o gateway ou servidor local armazena os registros de produ\u00e7\u00e3o e paradas na borda e realiza a sincroniza\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica com o MES assim que a comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 restabelecida. Dessa forma, \u00e9 poss\u00edvel evitar a perda de dados e falhas no hist\u00f3rico do OEE.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Sincroniza\u00e7\u00e3o de precis\u00e3o temporal<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o correta de microparadas em linhas de alt\u00edssima velocidade exige uma coordena\u00e7\u00e3o de tempo de rede exata. O protocolo NTP comum, amplamente utilizado em redes de TI para manter os rel\u00f3gios atualizados, opera com precis\u00e3o de 1 a 10 milissegundos. Embora suficiente para aplica\u00e7\u00f5es administrativas, o NTP pode ter varia\u00e7\u00f5es severas e atrasos de comuta\u00e7\u00e3o que impossibilitam uma avalia\u00e7\u00e3o precisa da causa de interrup\u00e7\u00f5es consecutivas e simult\u00e2neas no ch\u00e3o de f\u00e1brica. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Uma arquitetura de automa\u00e7\u00e3o mais avan\u00e7ada adota o PTP (<em>Precision Time Protocol<\/em>) para realizar o carimbo de tempo dos pacotes de dados diretamente no circuito de hardware dos switches e controladores, alcan\u00e7ando precis\u00e3o na faixa de sub-microssistemas.<\/p>\n\n\n\n<p>Switches gerenci\u00e1veis com suporte a rel\u00f3gios de borda neutralizam lat\u00eancias internas de rede e garantem que todos os componentes, do CLP ao servidor de banco de dados do MES, compartilhem do mesmo momento temporal. Desse modo, o sistema identifica com precis\u00e3o de microssegundos qual falha el\u00e9trica ou sinal de sensor causou a parada em cadeia de uma linha com m\u00faltiplas m\u00e1quinas integradas. &nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que \u00e9 preciso para calcular um OEE confi\u00e1vel \u00a0<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A obten\u00e7\u00e3o de dados consistentes representa apenas metade do caminho para um OEE eficaz. A outra metade est\u00e1 na defini\u00e7\u00e3o de processos e de uma estrutura de causas de parada que possa ser utilizada com rapidez e clareza pelos operadores.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para isso, \u00e9 preciso desenvolver uma estrutura simples, mas que possa suportar an\u00e1lises confi\u00e1veis com n\u00edveis hier\u00e1rquicos. Essa organiza\u00e7\u00e3o facilita o uso no dia a dia da opera\u00e7\u00e3o e reduz os erros de classifica\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>&#8211; <strong>N\u00edvel 1 (categoria prim\u00e1ria)<\/strong>: focado em vis\u00f5es gerais de n\u00edvel executivo e atribui\u00e7\u00f5es de responsabilidade macro. \u00c9 restrito a uma lista entre 6 e 8 op\u00e7\u00f5es que cobrem grandes dom\u00ednios, como: quebra de equipamento, troca de lote, falta de material, parada de qualidade, parada planejada de manuten\u00e7\u00e3o ou problemas operacionais.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>&#8211; <strong>N\u00edvel 2 (sistema\/subcategoria)<\/strong>: identifica o conjunto mec\u00e2nico ou a \u00e1rea do equipamento respons\u00e1vel pelo evento de parada. Exemplos: quebra de equipamento, sistema pneum\u00e1tico, unidade hidr\u00e1ulica, conjunto de esteiras ou sistema de sensores.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>&#8211; <strong>N\u00edvel 3 (causa raiz espec\u00edfica)<\/strong>: fornece o detalhamento que permite a aplica\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es corretivas estruturadas. Exemplos: sistema de sensores, cabo danificado por tra\u00e7\u00e3o, desalinhamento \u00f3ptico ou falha de hardware.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Webinar sobre indicadores OEE para ind\u00fastria<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Assista ao nosso webinar sobre OEE e veja, na pr\u00e1tica, como o <a href=\"https:\/\/www.altus.com.br\/en\/serie\/serie-xp\/\">CLP Nexto XP<\/a> pode ser integrado ao <a href=\"https:\/\/www.altus.com.br\/en\/serie\/scada-blueplant\/\">SCADA BluePlant<\/a> para criar uma solu\u00e7\u00e3o completa de monitoramento e gest\u00e3o de efici\u00eancia industrial.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"Webinar OEE indicators for industry\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ityA5Eu8htI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Como voc\u00ea p\u00f4de ver, o c\u00e1lculo do OEE s\u00f3 cumpre seu papel como ferramenta de diagn\u00f3stico cont\u00ednuo da produtividade quando est\u00e1 separado de estimativas subjetivas e registros manuais. A depend\u00eancia desses registros compromete a disponibilidade, performance e qualidade do c\u00e1lculo, criando cen\u00e1rios distorcidos que escondem as inefici\u00eancias que causam impacto financeiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Para restabelecer a integridade dos dados e elevar o n\u00edvel de confiabilidade da opera\u00e7\u00e3o, o OEE se torna um KPI cada vez mais estrat\u00e9gico para a ind\u00fastria. Por meio dele, \u00e9 poss\u00edvel identificar perdas, direcionar a\u00e7\u00f5es corretivas e implementar melhorias capazes de aumentar a produtividade e a efici\u00eancia operacional como um todo.<\/p>\n\n\n\n<div role=\"main\" id=\"formulario-contato-padrao-a804ad2f95a3b909d7af\"><\/div><script type=\"text\/javascript\" src=\"https:\/\/d335luupugsy2.cloudfront.net\/js\/rdstation-forms\/stable\/rdstation-forms.min.js\"><\/script><script type=\"text\/javascript\"> new RDStationForms('formulario-contato-padrao-a804ad2f95a3b909d7af', 'UA-15650049-1').createForm();<\/script>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Seu OEE pode estar errado. 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